As seguir indicações do jurado Bruno Lima para os quesitos da PFA.
Jogo do ano XP: Tales of Fate
Jogo do ano VX: Escudo de Ouro
Melhor sistema: Sistema de treinamento (Escudo de Ouro)
1º - Melhor cena: Cena de introdução (666)
2º - Melhor cena: Quando Saya e Jabu conseguem suas armaduras (CDZ – Tactics)
3º - Melhor cena: Aparição dos bandidos (Seven Samurai)
Melhor cenário: Cidade inicial (666)
Melhor protagonista: Fazendeiros (Seven Samurai)
Melhor antagonista: Bandidos (Seven Samurai)
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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
AVALIAÇÕES - Jurado: Bruno Lima
A seguir a avaliação do jurado Bruno Lima para o jogo Seven Samurai.
SEVEN SAMURAI
Enredo
O enredo de Seven Samurai é baseado no filme japonês de mesmo nome, a primeira vista pode parecer sinal de falta de originalidade, no entanto, após alguns minutos de jogo, você percebe que não é bem assim. A história já foge um pouco do clichê pelo fato de você não jogar com os ‘heróis’, você joga com fazendeiros que tem como objetivo encontrar esses heróis, pode não ser uma história 100% original, mas isso já diferencia das histórias dos jogos makers.
As cenas de Seven Samurai são bem trabalhadas e usam imagens do próprio filme, deixando as cenas com mais “sentimento” do que se fosse com apenas os chars parados e o texto aparecendo. Os textos são muito bem escritos. Só achei um erro durante o jogo e foi por falta de atenção por parte do criador, aonde deveria ser “very” está “vey”.
Os NPC’s são poucos, algo que pode causar certo desconforto, já que dá uma certa sensação de solidão, no entanto, os poucos que tem, ajudam com informações no mínimo interessantes a respeito do mundo aonde se passa o jogo, essas informações podem te ajudar a prosseguir ao longo do jogo, ou podem ser apenas “curiosas”. Teve também “pouco caso” por parte dos NPC’s, em um determinado momento, ocorre um terremoto, os fazendeiros preocupados, decidem voltar para a vila para saber se todos estão bem, mas somente um NPC fala sobre o terremoto e quando conversa com o “grandfather” ele simplesmente age como se o terremoto nunca tivesse ocorrido.
Como ponto negativo pode ser citado à falta de áudio durante a cena do terremoto, o que acabou tirando o impacto (sem trocadilhos) da cena, e a falta de uma AMS com faces, já que de início foi confuso saber quem era que estava falando, e a formatação não é das melhores.
Nota: 8.5
Gráficos
O criador usou além do RTP gráficos pelo net, os tilesets com temática japonesa são bonitos, mas não combinam muito com o padrão RTP, aliás, a incompatibilidade entre os tipos de gráficos é o grande ponto fraco do jogo, as faces dos personagens não são semelhantes aos personagens, sem contar que as faces não estão padronizadas, elas possuem tamanhos diferentes e isso acaba afetando suas posições. Existe um bug, durante a animação de ataque do 1º inimigo, a animação de ataque deveria ocorrer no alvo, mas ocorre sobre ele mesmo.
Porém, o uso de imagens do filme durante algumas cenas foi uma ótima sacada, acredito que poderia ser mais bem aproveitada se os personagens do jogo não tivessem tanta diferença em relação aos personagens do filme. A tela de título, apesar de ser original é básica.
Nota: 6
Trilha Sonora
Um dos pontos fortes do jogo, a trilha sonora não é cansativa e é gostosa de ouvir, além de ter relação com a temática do jogo, os BGS e SE’s no geral foram bem utilizados, com poucas falhas. No entanto, os sons não são de criação do autor e senti a falta de um “fade” entre as musicas.
Nota: 8.5
Mapeamento
No início o mapeamento é até bonito, o interior é bem mapeado, a plantação de arroz e o cemitério estão bem feitos, no entanto, a partir do “mapa da ponte”, os mapas dão uma decaída e ficam bem vazios. Faltam mais tipos de árvores, flores, e alguns tiles foram usados de maneira errada, além do uso repetitivo do mesmo tileset, acabam dando um aspecto não muito bonito aos mapas.
O uso de botões para indicar certas ações também não foi uma boa, podia ter usado algo mais sutil, como um leve brilho por exemplo, e o efeito usado no teleporte é estranho, o efeito de transição devia ser depois e não antes, além de que ocorre bug durante o teleporte o que faz meu personagem “pular” um mapa completamente.
Nota: 6
Batalha e Banco de Dados
As batalhas ocorrem usando o sistema de batalha padrão do XP, o que não é algo ruim, no entanto, senti a falta de algum addon. As batalhas não acontecem em um ritmo tão acelerado e tem uma boa dose de dificuldade, afinal jogamos com fazendeiros e não guerreiros, mas apeasr disso eles possuem algumas skills para ajudar na batalha. O jogo possui poucos itens, padrões do maker, o uso de nomes como “Potion” e “Phoenix Down” em minha opinião poderiam ser alterados para algo mais relacionado ao tema do jogo. A quantidade de itens é pouca e não existe loja, portanto, você não repõe os itens que usa, a menos que os inimigos abatidos tenham, o que é algo raro.
Nota: 8.5
Jogabilidade
A jogabilidade é suave, é um jogo gostoso de jogar, os personagens apesar de não se saber muito sobre eles, despertam certa atenção do jogador, o único porém seria os teleportes e a falta de NPC’s pela vila, dando uma estranha sensação de vazio.
Nota: 8.5
Considerações finais
Um jogo curto, mas que consegue prender o jogador, com uma trilha sonora muito boa e uma história interessante, é um bom jogo apesar de seu estágio inicial de desenvolvimento.
Notas Finais
Enredo: 8.5
Gráficos: 6
Trilha Sonora: 8.5
Mapeamento: 6
Sistema de Batalha e Banco de Dados: 8.5
Jogabilidade: 8.5
Pontos positivos/negativos
+ Músicas que tem relação com o tema do jogo.
+ Sons de pássaros, cavalos.
+ Cenas da intro bem feitas.
- Músicas acabam de modo abrupto.
- Falta de um AMS.
+ Não somos os heróis, e sim, vamos a procura deles.
- Alguns tilesets não combinaram com o RTP, parecendo algo fora daquele “mundo”.
+ Interação com NPC’s
+ A vila conseguiu retratar bem a cultura japonesa.
- Alguns erros de sombra.
- Imagens dos battlers não padronizadas.
- Chars não correspondem aos battlers
- Falta de SE durante o terremoto.
- Demo acaba sem “avisar”.
AVALIAÇÕES - Jurado: Bruno Lima
A seguir a avaliação do jurado Bruno Lima para o jogo CDZ.
CAVALEIROS DO ZODIACO
Enredo
Os cavaleiros são teleportados para outra dimensão. Bom, a história não evolui em nada durante o curto tempo de jogo, além disso, Seya e Jabu (principalmente Seya) não agem como deveriam, Seya é levado para outra dimensão e fica preocupado em ir pegar a armadura em uma caverna? Em NENHUM momento ele mostrou preocupação sobre o que pode ter acontecido com a Saori e os outros. E porque somente os cavaleiros de bronze se lembram do ocorrido? Enfim, o enredo precisa de muitas melhorias.
O jogo, além disso, contém muitos erros de português, sem contar o fato de que em certos momentos aparecem textos em outro idioma (inglês) o que mostra no mínimo desatenção por parte do autor em traduzir esses textos.
Nota: 2
Gráficos
Gráficos RTP somado a gráficos pegos pela net afora, os gráficos dos cavaleiros são bem legais, principalmente quando vestem as armaduras, no entanto, percebe-se que não combinam com muito com os outros chars, as cenas foram bem construídas utilizando imagens do anime, a tela título, apesar de ser de acordo com o tema e ser original, se torna fora do “padrão” maker.
As animações são também bem construídas tendo como único ponto negativo o tamanho exagerado delas (que o diga “Meteoro de Pegasus”), os ícones e a windowskin foram bem utilizadas.
Nota: 6.5
Trilha Sonora
A trilha sonora é diversificada, indo desde o RTP até a música de introdução dos CDZ (na cena aonde Seya e Jabu conseguem as armaduras), em determinados momentos as vozes dos personagens podem ser ouvidas, o que já deixa o jogo mais divertido, afinal, melhor que soltar um “Meteoro de Pegasus” é ouvir o Seya dizendo isso.
Porém, algumas músicas não combinaram com o ambiente e percebe-se também a falta de sons no ambiente, como vento ou água por exemplo, além de que o autor poderia ter usado mais SE’s ao longo do jogo.
Nota: 6
Mapeamento
Apenas o 1º é bonito, a maioria dos mapas sofrem de erros sérios envolvendo iluminação e sombra, o que acaba tirando a “lógica” do mapa, a escola parece mais um castelo do que uma escola propriamente dita, e existem certas incoerências, como o caso de ter um pequeno lago dentro do dormitório.
A caverna não possui um sistema de iluminação e fora da escola percebe-se que muitas coisas foram jogadas de maneira aleatória, sem nem mesmo algum devido planejamento, o que acaba deixando o mapa incoerente, e também existem erros de passabilidade, o que acaba fazendo em certos momentos seu personagem travar sem motivo aparente.
O jogo se passa em 3 cenários (4 se contar a intro) diferentes, algo bem pouco mesmo pra uma demo, além de serem pequenos.
Nota: 4.5
Batalha e Banco de dados
As batalhas ocorrem em um sistema de batalha tático lembrando jogos como FFT e Tactics Ogre, no entanto, a falta de opções de skills, a inexistência de equipamentos e a única opção ser escolher o ataque básico, acaba deixando o sistema de batalha bem chato, fazendo as únicas coisas da batalha ser: “Mover, atacar, mover, atacar”.
Apenas 1 skill em todo o jogo, e só adquirida no final (porque Jabu não tem skill?) da demo, o jogo não exige estratégia nenhuma pra vencer (que é uma marca em jogos táticos), os inimigos são fáceis mesmo você estando em desvantagem numérica e o uso de itens é praticamente desnecessário, um dos poucos pontos que se salva é o uso personalizado da animação do “Meteoro de Pegasus”.
Nota: 3
Jogabilidade
A jogabilidade é simples, tirando alguns erros de passabilidade, não encontrei dificuldade em andar pelo mapa, no entanto, isso é um dos problemas da demo, ser simples demais, o jogo não contém puzzles nem minigames, e a total falta de estratégia durante as batalhas acaba tirando a diversão do jogo.
Nota: 5
Considerações Finais
Percebe-se claramente que está em um estágio bem inicial de desenvolvimento, os erros de português e as poucas opções de ações somadas ao enredo pouco explorado e aos personagens diferentes do que são, acabam fazendo esse jogo se tornar apenas mais um entre muitos.
Notas Finais
Enredo: 2
Gráficos: 6.5
Trilha Sonora: 6
Mapeamento: 4.5
Sistema de Batalha e Banco de Dados: 3
Jogabilidade: 5
Pontos Positivos/Negativos
- Vários erros de português.
- História mal contada.
- Não diz o que o jogador tem que fazer, o deixa perdido.
+ Bonito mapa na 1º cena.
- Erros de passabilidade em alguns mapas.
- Mistura de idiomas (Tela de resultado de batalha).
+ Muito boa a cena quando você ganha às armaduras.
- Não indica término da demo.
- Falta de SE’s
- Uso errado de sombras e iluminações
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
AVALIAÇÕES - Jurado: Bruno Lima
A seguir a avaliação do jurado Bruno Lima para o jogo Knight of Redant.
Knight of Redant
Enredo
O enredo de Knight of Redant não é inovador, a história gira em torno de um meteorito, que logo após que foi encontrado, é ativado (possui algum dispositivo?) e estranhos fenômenos começam a ocorrer. Você joga com Evan, um soldado do reino de Redant que tem como objetivo investigar esses fenômenos e descobrir que relação eles possuem com o estranho meteorito.
O diálogo dos personagens são curtos e diretos, além disso, os NPC’s em geral possuem um “padrão” na linguagem, uma criança fala da mesma forma que um adulto e os diálogos entre os NPC’s são básicos e não acrescentam nada ao jogador. Acredito que se os NPC’s dessem dicas sobre os monstros no jogo, ou até mesmo contando um pouco da história do mundo aonde o jogo ocorre, daria uma sensação maior de “humanidade” para eles.
O jogo possui muitos erros de português, sendo alguns principalmente por falta de atenção, mais importante que vários textos, são eles estarem bem escritos. A frigideira sendo descrita como uma adaga, seu personagem examinando um armário e uma mensagem diz que “não tem nada na estante”, são erros “bobos”, mas que devido à quantidade, acabam pesando.
Por ser uma versão ainda em desenvolvimento, ganha-se um “desconto” nesse quesito.
Nota: 6.5
Gráficos
O autor procurou adicionar gráficos originais, o que realmente é algo bom, os ícones são bonitos e os tilesets idem, as animações foram bem feitas e dão um ar mais profissional ao jogo. No entanto, fogs e panoramas foram praticamente nem usados o que faz o jogo ficar menos “vivo”.
As faces são bonitas, lembrando o estilo oriental de desenho, porém, senti falta de mais expressões para elas. A windowskin é padrão o que não da destaque ao menu, que é personalizado.
Os gráficos não são feios, mas também não são lindos, fazem o seu trabalho.
Nota: 6.5
Trilha Sonora
Knight of Redant possui uma boa trilha sonora, a música de introdução foi bem utilizada, e mesmo usando músicas já conhecidas entre os gamers, elas foram sabiamente usadas. Porém, um problema digno de nota é a falta completa de BGS, não se ouve o som da água, ou dos animais, ou de passos, o jogo acaba passando a impressão que o personagem esta caminhando com um fone de ouvido constantemente ligado. A música da floresta acaba ficando irritante depois de um tempo, ela é muito agitada na minha opinião e parece que foi posta ali simplesmente pra suprir a falta de outros sons, como um canto de um pássaro ou do vento.
Nota: 6.0
Mapeamento
O autor acertou em criar casas com um design diferente das demais, dando uma sensação mais “natural” ao ambiente, os interiores também estão muito bem mapeados, os móveis foram bem colocados e não atrapalham a movimentação do jogador.
O jogo peca quando o assunto é “natureza”, ela é muito geométrica, tudo muito quadrado, sem contar as incoerências nos mapas, devo citar 2 casos:
1º - Em um mesmo mapa existe 2 tipos de clima, o sol, e a neve, e essa “transição” acontece de forma abrupta, quebrando a lógica do mapa.
2º - No mapa com neve, percebe-se que o lago no centro da floresta não está congelado, além das vitórias-régias estarem sem nenhum sinal de que foram afetadas pela neve.
Essa falta de lógica e inconsistência acaba deixando os mapas bem estranhos, além da falta vida, não se vê animais andando pela floresta, nenhuma planta se mexe com o vento, a iluminação é a mesma tanto na caverna como fora dela, alavancas sem sentido em uma caverna gelo. Essas falhas acabam deixando os mapas monótonos e estranhos.
Nota: 6.0
Sistema de batalha e banco de dados
Equipamentos excêntricos; Frigideira, Tampão. O autor usou o sistema de batalha Tankentai, as batalhas são rápidas e os inimigos causam uma boa quantidade de dano mesmo no início do jogo, as técnicas não estão lá de enfeite e são muito úteis ao longo da batalha. No entanto, a relação custo-benefício d os itens de cura não é algo bom, já que são caros e recuperam pouco HP/MP, também foi sentida a falta de estratégia com relação as fraquezas dos inimigos.
Frequência muito alta de batalhas, tornando as caminhadas entre um ponto ao outro no mapa uma verdadeira chatice, sem contar que não existe uma grande variedade de inimigos e poucas armas para se usar, o preço são altíssimos, e fazem você ter que lutar umas 20 vezes para comprar uma arma que aumenta +2, sendo que existe outra com o dobro do preço que aumenta +3.
Nota: 5.5
Jogabilidade
Simplesmente o ponto fraco do jogo, sinceramente a única coisa boa que posso citar nesse quesito é a possibilidade de correr.
As batalhas são constantes e irritantes, a cada dois passos existe uma batalha, os personagens demoram pra aumentar level, mas devido as constantes lutas eles chegam a ficar mais fortes rapidamente, porém o avanço não é tão sentido, fazendo você demorar a vencer lutas contra os primeiros inimigos mesmo você sendo oito vezes mais forte que na primeira luta contra eles.
O fato de nenhum NPC dizer o que você tem que fazer, acaba fazendo você ficar de um lado para o outro no mapa “procurando” algo para fazer, e isso acaba sendo irritante. Não tem justificativa para o puzzle e nem minigames, o jogo deu um erro de script em uma batalha, o que fez eu ser obrigado a dar “load” e o mesmo aconteceu pouco antes de enfrentar a mulher de gelo: existia um puzzle ‘escondido’, o fato de não saber que tinha um puzzle acabou fazendo eu caminhar até a suposta saída, foi então que por onde eu andava cristais de gelo eram criados, o que acabou prendendo meu personagem, o impedindo totalmente de fazer qualquer coisa, e a única coisa que pude fazer, foi dar mais um “load”.
Nota: 2.5
Pontos positivos/negativos
+ Música bacana na tela de título
- Fundo da tela título simplista demais.
+ Gostei da fonte e do design do texto na tela de título.
- “Project1” como nome de jogo?
- Ícone padrão do maker. Podia ter mudado sem problemas isso.
- Alguns erros de português sérios; “Conbinado”, “Sera”.
- “Meteorito de outro planeta? Isso é impossível”, eu ri nessa parte
+ Interiores das casas bem mapeadas, soube usar bem o espaço não deixando os personagens “sufocados”
- Escrito “Coline” na placa da montanha, quando deveria ser “Colina”
- “Inseto apareceu”, podia específicar que tipo de inseto, já que foi especificado o Besouro e a Joaninha.
+ Menu diferente do padrão.
- Falta de SE e BGS.
- Incoerência nos mapas
Considerações finais
O jogo foi claramente feito as pressas, com erros que poderiam ser corrigidos simplesmente se fosse prestada mais atenção por parte do desenvolvedor. O jogo tem potencial, basta mais atenção, mais esforço, mais cuidado.
Enredo: 6.5
Gráficos: 6.5
Trilha Sonora: 6.0
Mapeamento: 6.0
Sistema de Batalha e Banco de Dados: 5.5
Jogabilidade: 2.5
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